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Viver em família é um exercício de amor ao próximo.
Nos dias de hoje e em qualquer tempo a melhoria dos valores morais passa pela estrutura da família. Se a família falhar com a criança, ela poderá perder o referencial e falhar consigo mesma, ou mesmo com a sociedade.
Quando me casei, sempre estava viajando a trabalho, isso permitia um afastamento físico em certos momentos. Mas agora minhas filhas moram em outra cidade, e isso tem se tornado um dilema para mim. A distancia pode ser vencida em diversas épocas, mas não pode ser vencida todo o tempo. Conviver com o afastamento pode ser ruim para a criança e para o adulto. Mas outros valores e outras formas de contato vão surgindo e devemos saber explorar ao máximo estas alternativas para tornar o contato mais presente: desenhe, escreva, reviva o prazer de escrever uma carta, de desenhar uma casinha. Isso o tornará mais presente na idéia das crianças.
Quando escrevemos termos mais oportunidade de expressarmos melhor nossas idéias, lemos e relemos.
Claro que escrever cartas ou desenhos não irão substituir o contato pessoal, mas aliviará a saudade, e telefonar também pode ser algo bom, mas uma carta tem algo especial. Uma carta a criança guarda como um presente, uma ligação telefônica poderá ficar em sua lembrança.
Nos dias de hoje muitos pais trabalham fora por longos períodos de tempo, isso é comum. Mas se você ainda não escreveu uma carta para a sua família, escreva. E se você não está fora viajando, experimente escrever uma carta mesmo assim e ver a supressa de todos perguntando porque você não conversou com eles e resolveu escrever. Isso fará muito bem a quem recebe e principalmente a você.
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